Ofertas pelo Facebook

Atenção empresas, o Facebook lançou um novo serviço que permite a divulgação de ofertas (entenda-se, cupões de desconto) através das vossas páginas Facebook de forma simples e grátis. Infelizmente, este serviço só está disponível em determinados países, excluindo, por exemplo, Portugal.

Para aceder à promoção, o(a) interessado(a) terá que:

  1. Clicar em “Obter oferta” para ver os detalhes e ler os termos e condições;
  2. Clicar em “Reclamar oferta” para que a mesma seja enviada para o respectivo endereço de e-mail;
  3. Levar o e-mail da oferta (ou o smartphone com a informação necessária) para poder usufruir do desconto no local indicado.

Dêem uma espreitadela neste vídeo que exemplifica o processo:

Para mais informações, visitem o site: http://www.facebook.com/help/offers

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Coca-Cola volta a fazer os trabalhos de casa

A recente campanha social media da Coca-Cola, promovida na Austrália em Outubro de 2011, tem ultimamente servido de exemplo para muitos marketers a nível internacional sobre como implementar uma campanha capaz de utilizar o contexto digital sem negligenciar a importância do mundo “offline”, de dar ao consumidor uma experiência única com a marca e simultaneamente personalizável.

Com o objectivo de ligar pessoas no mundo online e offline (“It is all about connecting people, mainly in the real world, but also digitally as well” refere a directora de marketing da Coca-Cola South Pacific, Lucie Austin ao jornal The Australian), a marca de bebidas mundialmente conhecida convidou os australianos a partilharem uma Coca-Cola com os seus amigos (lema da campanha: ‘Share a Coke with a Mate’). Para isso, informou-se sobre quais os 150 nomes mais populares e etnicamente representativos na Austrália e imprimiu-os nas suas latas e garrafas. Para além disso, os fans da marca na rede social Facebook têm ainda a possibilidade de criar os seus próprios anúncios Coca-Cola, utilizando imagens dos seus álbuns de fotos pessoais, passíveis de serem partilhados naquele site ou no YouTube, e de partilharem uma Coca-Cola virtual com amigos, estando habilitados a ganhar $50.000 que serão partilhados com amigos.

A campanha foi desenvolvida pela agência Ogilvy, Sydney, e a implementação digital foi entregue à Wunderman.

Facebook app da campanha “Share a Coke”, da Coca-Cola Australia:

Novidades?

Ora aqui vão algumas novidades sobre as três redes sociais online mais populares:

Facebook continua na sua missão de atrair marketers, desta vez com o lançamento do “Marketing Classroom“. Esta plataforma social media tem como finalidade educar os marketers sobre as melhores práticas no Facebook, disponibilizando para isso webcasts, vídeos e documentos pdf. Para além disso, Facebook anunciou ontem a aquisição da aplicação photo-sharing Instagram com o objectivo de a fazer crescer de forma independente da rede.

Quanto ao Twitter recentemente adquiriu a Posterous – um blogging site relativamente desconhecido – com o intuito de melhorar as suas características de partilha de conteúdo, na web e nos dispositivos móveis, de modo a que seja ainda mais intuitivo.

A rede Pinterest já conta com mais tráfego de referências do que o próprio Twitter. De acordo com o recente relatório de tráfego mensal da Shareaholic a rede social foi responsável por cerca de 1,05% de tráfego de referências, ao passo que o Twitter teve 0,82%. Pinterest é já considerada a terceira rede social mais popular nos EUA, depois de Facebook e Twitter, de acordo com a Experian Hitwise.

Se souberem de mais novidades, partilhem! 🙂

The Facebook Era

As redes sociais online têm mudado os nossos hábitos de vida e a forma como interagimos e comunicamos com outros. Mas também se apresentam como ferramentas idóneas para estabelecer relações próximas com os clientes/consumidores, para auxiliar processos de recrutamento e de co-produção de novos produtos/inovação.

Para quem procura um livro capaz de prover informação sobre o percurso das redes sociais, explicações sobre como estas redes estão a transformar o negócio, culminando com um guia “step-by-step“ para usar o Facebook de um ponto vista empresarial, este é “o tal”.

A autora, Clara Shih, trabalhou anteriormente para a Microsoft e a Google. Neste momento dirige a sua própria empresa de software de social media Hearsay Labs.

“Clara’s book is a fun read and can be useful to anyone who wants to learn more about this powerful new era we’re in of social business.”

–Tony Hsieh, CEO, Zappos

Facebook em números

Depois de apresentar os números de 2012 relativos à rede social Twitter (neste post), faz todo o sentido apresentar agora os do Facebook.

Sabia que o tempo médio despendido nesta rede é de 20 minutos por visita, que 53% dos utilizadores são mulheres e ainda que diariamente são carregadas 250 milhões de fotos?

Se não sabia, aproveite para dar uma vista de olhos no infographic que se segue, desenvolvido pelo Infographic Labs.

As adolescentes e o Facebook

Segundo um estudo da Help for Depression, que analisou os hábitos de comunicação de 83 jovens de 13 anos do sexo feminino, as utilizadoras do Facebook tendem a colocar mais depressa um “Like” num conteúdo positivo do que num conteúdo negativo, à semelhança do que acontece nas interacções offline. Por sua vez os conteúdos negativos tendem a receber mais comentários. Para além disso, o mencionado estudo refere que as actualizações de status no Facebook são mais positivas entre as 6-7 horas da manhã, tornando-se progressivamente mais negativas à medida que o dia passa.

Se estes dados poderão ser generalizados para outras faixas etárias ou mesmo para o sexo masculino é questionável, mas não há nada como testar!

A lei da partilha de Zuckerberg

“The amount a user shares today is twice the amount they shared a year ago.” – Zuckerberg 

“A quantidade de partilhas feitas por um utilizador hoje é o dobro do montante partilhado há um ano.”

À primeira vista esta declaração poderia passar despercebida, mas se prestarmos um pouco mais de atenção ela contém várias perguntas. Vamos por partes:

Em primeiro lugar, se o conteúdo que compartilhamos duplica no espaço de um ano tal significa que a nossa vontade de partilhar aumentou. Será este um comportamento imune aos avanços qualitativos e quantitativos das novas tecnologias, isto é, com o passar do tempo existe uma tendência para duplicarmos a partilha de conhecimento ou pensamentos? Ou será simplesmente porque a emergência da Web 2.0 e a consequente familiaridade com as plataformas social media online mudaram os nosso hábitos?

Em segundo lugar, a dúvida reside na capacidade individual de “absorver” todo o conteúdo partilhado. Importa não esquecer que é o meu (a), o seu (b) e o conteúdo dele (c) que duplica. Ou seja, ax2 + bx2 + cx2 E que o resultado dessa duplicação continua a ser duplicado no tempo – isto é, (ax2+bx2+cx2) x 2 no segundo ano, e assim sucessivamente.

E o que é que acontece ao conteúdo? Perde-se com o tempo. E quanto tempo leva a que um conteúdo fique “perdido” na Web? Depois de ser partilhado, um Tweet pode durar uma hora, um post no Facebook um dia e no Google+ talvez dois dias. Depois disso? O mais provável é ele “desaparecer” na Web.

O actual desafio é saber gerir o conteúdo presente na rede das redes e, por essa razão, sites como StrawberryJamSummify, Refynr serão cada vez mais procurados. Parece que o poder já não reside na informação per se, mas no próprio acto de gestão dessa informação!